terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Os segredos do Torresmo Man

Um dos meus petiscos preferidos seja em bar, boteco ou acompanhando um Virado ou Feijoada é o incrível torresmo. Já chamado de "bacon com armadura de ouro", o quitute deve ser consumido com parcimônia, para evitar entupimento de artérias e infarto do miocárdio.

No vídeo publicado pelo canal Meu Mundo Minha Vida de João Paulo Araújo, seu pai, dono do bar Cantinho do Norte em Jundiaí, mostra como preparar um belo torresmo "especial", como ele mesmo diz. Sigam as dicas do Torresmo Man e contem pra nós se deu certo! TORRESMO É VIDA!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Gordaçus: higiene gostosa

Pra você que acha que escovar os dentes é supérfluo e prefere ficar com aquele sabor de cheddar no fundo da garganta, chegou Gordaçus!





Apesar de ser uma sketch do Hermes e Renato, não achem que é absurdo. Veja a imagem abaixo e deleitem-se com a higiene cremosa em seu formato real. Né, moreno?


terça-feira, 7 de maio de 2013

Nigella Lawson e a vossa santidade, a coxinha

A famosa cozinheira britânica da TV Nigella Lawson está no Brasil para o lançamento de seu livro Na Cozinha com Nigella. E, como é comum quando qualquer celebridade internacional passa por aqui, levaram a moça para diversos lugares para experimentar as iguarias da culinária brasileira.

Um dos pontos em que Nigella passou foi a padaria Bella Paulista. Apesar de não ser exatamente "de pobre", como nosso blog prefere, foi por lá que Nigella conheceu um dos pilares da fast food de pobre de raiz: a coxinha. E publicou uma foto em seu Twitter a tratando como merece: uma iguaria.


Nigella também comeu um dos doces mais conhecidos das festas infantis (tanto de pobre quanto de rico): o brigadeiro. Bem que podia ter dado um cajuzinho pra moça, né? Além disso, ela foi no Mercadão (lógico) e tomou uma caipirinha... de maracujá. Sério que não deram uma caipirinha de verdade pra inglesinha? Decepção. Nigella, se você ler esse post, saiba que a equipe Fast Food de Pobre aceita com prazer ser guia para lugares com comida brasileira (barata, de preferência) de verdade. Coxinhas, torresmos, caipirinhas, feijoada, hot dog (o nosso, não o americano), churrasco grego, pastel...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O espetacular Desafio da Pimenta 2.0


O desafio da pimenta retornou na virada do ano. No Reveillon, sem a presença do campeão da primeira edição, James Maier, nós preparamos uma segunda edição do desafio mais quente do Fast Food de Pobre.

Desta vez, os participantes convidados Zé Victor Ramos e Victor Marx mostraram que são bons de pimenta e participaram sem medo. E, desta vez, as regras foram mais claras: levantou do sofá pra aliviar o fogo, perdeu. Adivinha quem foi o primeiro a jogar a toalha?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pimenta no bigode - Primeiro Round

Em 2012, fizemos um belo churrasco usando tudo que sobrou de cerveja e carne do aniversário do meu irmão, alguns meses antes. Porém, esse evento teve um momento em particular que criou uma tradição: o desafio da pimenta.

Eu, meu irmão Zé Victor e nossos amigos James Maier e Victor Marx resolvemos deixar apenas um belo bigodón e, em seguida, comer cada um uma bela pimenta dedo de moça, pra ver quem aguentava melhor a ardência. O consumo de cerveja não permitiu que nós quatro ficássemos em foco ou fizéssemos o desafio de forma organizada, mas mesmo assim, foi bem divertido:
O desafio já teve uma parte II, de forma mais organizada e numa versão BEM mais hardcore. Em breve, você confere a versão Hotter Than Hell do desafio da pimenta!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A fogazza mais lenta da Mooca

Sim, recebemos mais uma colaboração (finalmente!) neste blog que te ajuda a comer bem por pouco dinheiro e sem ir pro hospital em seguida! Desta vez, foi a leitora Sandra Peres que mandou seu relato sobre a fogazza do Seu Zé, na Mooca.

Quer colaborar também? Mande seu texto para FastFooddePobre@gmail.com!

Vamos ao post:

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Depois de tanto ouvir indicações dos amigos, no feriado resolvi experimentar a tal fogazza do seu Zé, era isso ou pizza, ou na pior das hipóteses comida de shopping. Estávamos todos com muita fome, passamos a tarde toda ocupados, os armários e geladeira da casa estavam vazios, não tinha nada mais que um café pra disfarçar a fome, nem pão com ovo ia rolar em casa.



Cheguei animada, fazia tempo que não comia uma fogazza e apesar de amar cozinhar, não gosto de fazer frituras em casa, por vários motivos, o primeiro é que em vez de uma porção você como no mínimo 3, o segundo é que o cheiro da fritura te acompanha por dias, e o terceiro e não menos importante é que você acaba se acostumando em fritar as comidas em casa e engorda mais do que deveria.

Fizemos o pedido, essa parte foi fácil, apesar de gostar de todos os recheios, fui no tradicional frango com requeijão, se nada der certo estou alimentada, filosofia de ex-nutricionista. Todas as fogazzas vem com queijo mussarela, tomate e orégano, isso é bom! O preço também agradou, foi justo. A informação que me passaram era de que apenas uma mataria minha fome, não sei se foi a demora pra receber o pedido, ou o fato de não ter pedido refrigerante, mas saí de lá com fome.

Só depois de reclamar algumas vezes da demora foi que me avisaram que é melhor ligar antes para fazer o pedido, depois começar a se arrumar pra sair de casa, dirigir sem pressa e ainda pedir uma cerveja assim que chegar pra aliviar a espera de mas uns 15 minutos. Sim, esperamos cerca de uma hora pra receber nosso pedido.



Geralmente uma fogazza mataria minha fome, mas não foi o caso, a porção é boa, a massa é sequinha,sem gosto de fermento, o recheio muito bem temperado e acompanha todo o salgado, só faltou ficar pronta antes. O local é bem simples, no alto da Mooca, a única distração é ficar vendo os carros passando enquanto se reclama da demora. Se não demorasse tanto teria pedido outra e meus amigos também.

Fica a dica para quem quiser experimentar, liguem antes da fome apertar, façam o pedido, inclusive se pretendem levar algumas para casa, se preparem para sair, vão sem pressa, e estejam dispostos a encarar a cervejinha. Vale a pena!

O que: Casa da Fogazza do Seu Zé
Local: Rua Alto Rio Novo, 137 Alto da Mooca - São Paulo
Preço: De R$ 6,00 a R$14,00 (especial)
Atendimento: Demorado, longa espera, recomenda se ligar e fazer o pedido antes de sair de casa pelo (11) 2965 9435.

Efeitos Colaterais:
Fome. Não tive problemas por ser fritura, mas comeria outra se não demorasse tanto pra ficar pronta.
Avaliação:

domingo, 16 de setembro de 2012

Lick it up!


Já levaram uma lambida de boi? Pois é, nem eu. Mas, agora, posso dizer que já comi uma! Quer dizer, pedaços dela. Eu e o João fomos ao restaurante Planeta's (grande apoiador de várias peças teatrais em cartaz em São Paulo), nos cafundós da Rua Augusta. (Aliás, altamente recomendado!). Eu estava apreensiva, não posso negar. Mas, dado o fato de que eu gosto de fígado e outras coisas duvidosas, resolvi que tinha que experimentar.

O prato incluia língua ao molho madeira com ervilhas, arroz e purê de batatas. O prato chegou na mesa. E se parecia muito com lagarto fatiado. Sabe aquele da "carne louca" dos lanchinhos de aniversário da década de 90? (Se você não sabe do que eu estou falando, ou está ficando velho ou é fã do Justin  Bieber... ) Até aí eram só aparências. O garçom colocou a comida no prato. Dei a primeira garfada. A carne se desmancha. À parte uns "nervinhos" no canto, do mesmo tipo que encontramos em alguns cortes de carne, o prato era bem saboroso. Indico para os que não tem medo. Se bem que não tem nada de assustador.


Não sei se será um prato que entrará para o meu "hall alimentar da fama", mas não será banido. Na próxima vez acho que vou pedir o fígado acebolado, mas se você tem vontade de experimentar, lá é um ótimo lugar!




O que: Linguão
Local: Restaurante Planeta´s - Rua Martinho Prado, 212
Preço: prato para duas pessoas famintas em torno de R$27,00
Atendimento: Simpático, com garçons gente fina. Mas, com o restaurante cheio eles ficam muito ocupados e o atendimento acaba demorando um pouco.
Efeitos Colaterais: Curiosidade matada.
Avaliação: 


terça-feira, 3 de julho de 2012

Dogão de Esquina


Chegou a hora de voltar. Faz tempo que não nos arriscamos e nos metemos a comer um belo hot dog roots, daqueles de vanzinha, sem o menor requinte ou diferencial. Pois bem, agora é hora de voltar às raízes. Primeiro, consegui finalmente encontrar uma carrocinha de cachorro quente aqui na V. Madalena/Perdizes. Tarefa difícil, já que aqui não é dos bairros mais Fast Food de Pobre da cidade.

Do lado do Terminal de Ônibus V. Madalena, colado com o metrô, fica a esquina em que uma minivan faz o clássico hot dog arte. Sem frescuras, malabarismos ou fogos, a vanzinha faz o seu trabalho de oferecer o mais clássico Fast Food de Pobre que existe.

Quando cheguei, tinham 3 pessoas na fila. Já pensei que ia demorar, mas eles me surpreenderam com um atendimento rápido e eficaz. Dona Elisabete me atendeu em um instante e o moço da chapa já preparou meu lanche. Escolhi o "Dogão", mesmo sem saber o que viria nele. Parecia ser o maior, então fui nessa.



O bacana é que você pode escolher seu lanche no pão francês. Descobri isso tarde demais, infelizmente. O meu veio no pão de hot dog, mesmo. O lanche vez com os horripilantes Cheddar e Catupiry genéricos, mas eles não chegam a estragar totalmente o negócio. O maior problema: não tem onde sentar. Como fica na calçada, não tem mesinhas, cadeirinhas ou nada do tipo. Comi em pé, e em menos de 10 minutos já tinha acabado com o lanche. O almoço mais rápido dos últimos tempos.


O que: Dogão "da Esquina"
Local: Esquina do Terminal V. Madalena, Av. Heitor Penteado
Preço: Dogão (o maior de todos) - R$ 6,00 Refrigerante - R$ 2,70
Atendimento: Rápido, simpático e atencioso!
Efeitos Colaterais: Até o momento, nada de mais. Achei que ia cair como uma bomba, mas até o momento está tudo tranquilo por aqui.
Avaliação: 



segunda-feira, 5 de março de 2012

Quando tudo falhar, Hot Pocket

Eu não tenho muita frescura com comida. Sendo minimamente gostoso e eu estando com fome, mando pra dentro sem problemas. Por isso, quando tô com preguiça, eu às vezes compro os populares Hot Pockets da Sadia pra enganar o estômago.

Não dá pra negar que não lembra em nada um lanche normal feito na hora. O de bacon, por exemplo, tem um bacon que não lembra nem de longe o gosto de um bacon que se preze. Mas dá pra engolir em nome do sedentarismo. O problema maior é o tamanho do lanche: os que parecem ser normais na embalagem têm o tamanho aproximado de uma moeda de um real. (Sim, é exagero, mas eles realmente acabam em três mordidas)

Esses dias aproveitei um tempinho livre e resolvi experimentar o último lançamento da linha Hot Pocket da Sadia: o Hot Pocket Extreme X-Burger. Pelo tamanho da caixa, ele deveria ter o tamanho de um Whopper do Burger King. Ah, sonho meu.

O lanche tem o tamanho de um... lanche normal. Pela lógica dos normais serem minúsculos, eu já devia esperar por isso. Bom, o lanche em si dizia ter um "molho especial", que nada mais é que um tipo de cheddar pastoso. Não posso dizer que o lanche é ruim, foi bem gostosinho. Ganha dos anteriores, especialmente daquele X-Bacon sem bacon nenhum.


Ou seja: vale a pena mandar ver no Hot Pocket quando não tiver mais opções. Mas, se você tiver como fazer seu próprio hamburguer ou mesmo comprar um feito na hora, não pense duas vezes!

Aliás, um adendo, já que estamos falando de Hot Pocket: onde foram parar aqueles maravilhosos Hot Pocket de rolinho? Aqueles sim, eram ótimos! Agora só vejo os lanches e as fatias de pizza (o cúmulo da preguiça!). Onde foram parar os rolinhos, hein, Sadia?



O que: Hot Pocket Extreme X-Burger
Local: Nos supermercados de todo país, eu acho.
Preço: Por volta de R$ 5,00 em um supermercado comum.
Atendimento: Depende muito de onde você comprar...
Efeitos Colaterais: Posso até dizer que fiquei com azia, mas não tenho como culpar o Hot Pocket, já que tomei uns 4 ou 5 cafés naquele dia.
Avaliação:

quinta-feira, 1 de março de 2012

O Senhor dos Pastéis

Depois do famigerado Espeto Potter ali embaixo, chega outra saga épica de comida de rua. Novamente, se alguém souber onde fica essa pérola culinária, nos avise!